quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O papel do Professor do AEE




O papel do Professor do AEE

O professor do AEE tem o importante papel de agente mediador, facilitador e transformador da realidade. Sua função é complexa e dinâmica, envolve a habilidade e a competência de identificar problemas e mobilizar recursos (humanos e materiais) com a finalidade de criar possibilidades de superação em relação às barreiras que impedem e/ou limitam o desenvolvimento escolar, social, intelectual, afetivo e motor do aluno (criança/jovem/adulto). Para derrubar barreiras é preciso acolher e, sem sombra de dúvidas, a sala de recursos multifuncional é o local mais apropriado para acolher, estimular e ampliar as possibilidades de participação do aluno. Para tanto, é preciso favorecer o desenvolvimento de sua autonomia por meio de uma aprendizagem significativa. O que significa dizer que é preciso conhecer o aluno, saber o que ele gosta, compreender suas limitações e descobrir seu potencial. Ou seja, é fundamental olhar com sensibilidade para o aluno, compreender suas singularidades, descobrir suas potencialidades, relacionar elementos de sua vida e convívio, visualizar possíveis métodos, planejar estratégias de intervenção, elaborar material de apoio, promover adequações necessárias que atendam  as particularidades de cada contexto. Nessa perspectiva, o estudo de caso não só ajuda a aprimorar a prática pedagógica do professor, tendo em vista que a partir do conhecimento do caso, amplia-se o leque de informações sobre as características específicas da deficiência, síndrome ou transtorno apresentado pelo aluno, como valoriza o aluno em si, uma vez que ele é visto como o sujeito real da ação educativa. Criando, assim, novas possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento. Convém ressaltar que o plano de ação do AEE deve ser flexível e respeitar o ritmo de cada aluno. É preciso acreditar que todas as crianças, jovens e adultos podem aprender e todas devem ter acesso igualitário a uma educação de qualidade. Faz-se necessário desenvolver estratégias diferenciadas como a contextualização do conteúdo à idade e ao nível de desenvolvimento dos alunos; Utilização de materiais concretos, adaptados, tecnológicos, diversificados e lúdicos;  Valorizar atividades colaborativas e oportunizar  momentos de planejamento coletivo (ação pedagógica) com toda a comunidade escolar. Conforme Mantoan (1997:121), a inclusão não deve se limitar   a ajudar somente os alunos que apresentam dificuldades na escola, mas apoiar a todos. 

 

 [AEE_Fechamento_ Cristiane]

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